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POR QUE FRITURAS FAZEM MAL AO CORAÇÃO?

Quem diria que a imergir alimentos no óleo a altas temperaturas, ao invés de cozê-los ou assá-los, seria tão irresistível? As frituras são sucesso não apenas na cultura brasileira, com suas coxinhas e pastéis, mas mundo afora. Frangos crocantes nos Estados Unidos, tempurá no Japão e por aí vai. Por ser tamanha unanimidade, deve receber atenção redobrada quando o quesito é saúde. Mas afinal, por que elas fazem tão mal?

As frituras atuam em diversos processos maléficos para o organismo. Favorecem a formação de substâncias cancerígenas, causam inflamações, má absorção de nutrientes, diminuição da fertilidade, levam ao acúmulo de gordura abdominal e, claro, elevam o risco de doença cardiovasculares. Isso porque os óleos utilizados, quando submetidos a alta temperatura, têm suas características químicas alteradas, transformando-se em gorduras que frequentemente se acumulam nos vasos sanguíneos, obstruindo a passagem do sangue e afetando gravemente o funcionamento do coração. O processo ainda causa aumento da quantidade de colesterol ruim (LDL) no óleo e faz com que ele fique ainda mais gorduroso e prejudicial.
Excluir permanentemente? Não precisa tanto 
Não é preciso riscar para sempre esse tipo de alimento da sua dieta, mas consuma o mínimo possível, e quando for preparar, o tipo de óleo pode torná-lo um pouco menos prejudicial ao seu coração. Alguns têm a capacidade, inclusive, de proteger o coração e controlar o colesterol, pois possuem gorduras insaturadas que ajudam a diminuir os níveis de colesterol e a pressão arterial, sem contar que são antioxidantes, antiinflamatórios e imunoestimulantes. Fazem parte dessa lista os óleos de canola, de oliva e de soja. Escolha as versões que são prensadas a frio e que não são refinadas, pois elas mantêm os nutrientes naturais. Atenção: éimportantíssimo que ele não seja aquecido a ponto de soltar fumaça, ponto em que é liberada a acroleína, substância tóxica.
Mas para quem quer e consegue seguir à risca uma vida saudável não tem jeito: a melhor opção é trocar as frituras pelos grelhados, método ideal para alimentos como peixes, frangos e alimentos com cortes mais finos.
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VEJA 7 DICAS PARA PREVENIR AVC (ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL)

Conhecido popularmente como derrame, o AVC é classificado em dois tipos: o isquêmico e o hemorrágico. O AVC isquêmico é decorrente de uma obstrução de um vaso sanguíneo cerebral, ocasionando a falta de fornecimento de sangue na região afetada. Já o AVC hemorrágico ocorre quando um vaso sanguíneo cerebral se rompe, causando sangramento intracraniano. Em ambos os casos, o serviço de saúde deve ser acionado imediatamente. O atendimento precoce diminui o risco de sequelas e morte.

As principais causas são: a hipertensão arterial (causa frequente, principalmente se aliada a hábitos como o tabagismo e o alcoolismo) e ainda o aumento nos níveis de colesterol, o diabetes, as doenças do coração e o uso inadvertido de anticoncepcionais orais. Obesidade, alimentação com altos teores de gordura e estresse também aumentam a incidência da doença. Outro fator é o uso de drogas ilícitas.

O número de internações de pessoas entre 15 e 34 anos que sofreram AVC aumentou 21% entre os anos de 2007 e 2011, segundo o Ministério da Saúde. “Esse aumento é resultado das mudanças de hábito de vida adotadas pela população mais jovem nos últimos anos, que está inserida em uma sociedade cada vez mais competitiva e sujeita ao estresse, o que torna os casos de AVC mais comuns entre pessoas jovens”, lamenta Dr. Benjamim Pessoa Vale, neurocirurgião e Conselheiro da SBN (Sociedade Brasileira de Neurocirurgia).

Dados da OMS revelam que o AVC é responsável pela morte de cinco milhões de pessoas no mundo a cada ano. No Brasil, a doença mata mais do que o infarto e acomete mais de 100 mil pessoas anualmente, de acordo com o Ministério da Saúde. “Os riscos podem ser minimizados desde que a pessoa esteja disposta a adotar medidas não medicamentosas que podem reduzir a pressão arterial e contribuir para a prevenção do AVC, tais como: redução do consumo de sal, gorduras e álcool, dieta adequada aos diabéticos, realização de atividade física regular e controle do peso, além da adoção de um estilo de vida menos estressante”, recomenda o especialista.

Confira abaixo algumas dicas de como prevenir um AVC:

  • Mudanças no estilo de vida por meio da redução do consumo de sal, gorduras e álcool.
  • Adoção de hábitos alimentares saudáveis, com ingestão de mais vegetais: frutas, legumes e verduras com redução das carnes e gemas de ovos.
  • Realização de atividade física regular.
  • Controle do peso corporal.
  • Tratamento e controle da hipertensão arterial, das doenças do coração e do diabetes.
  • Largar o cigarro.
  • Tratamento de dislipidemias (presença de níveis elevados de lipídios: moléculas gordurosas)
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VEJA DICAS ESSENCIAIS PARA CUIDAR DO CORAÇÃO DAS CRIANÇAS

Com os anos, acumulamos no organismo os efeitos de uma alimentação desregrada, sedentarismo, maus hábitos (como o de fumar e o de consumir álcool em excesso), do contato com a poluição, estresse, noites mal dormidas etc. E todos esses fatores contribuem para que a população tenha um coração cada vez mais fraco e doente. Muito se fala sobre como reverter esse processo que começa desde cedo. Mas que tal prevenir ao invés de remediar? Cuidar do coração logo na infância pode garantir uma vida adulta com menos doenças cardíacas.

Uma pesquisa do hospital British Columbia com 118 adolescentes de 13 anos (53% deles obesos) comprovou que a pressão arterial deles estava levemente acima do normal e que a aorta dos que tinham peso além da média estava rígida, sintoma detectado geralmente em pessoas mais velhas.

Já outra pesquisa, do Hospital da Criança Doente, em Toronto, realizada com 1,6 mil estudantes canadenses, mostrou que adolescentes com distúrbio no sono apresentavam índice de massa corporal maior, elevando o risco de sobrepeso e obesidade, que podem levar a aumento também do índice de colesterol.

Aliás, a obesidade infantil atinge hoje 42 milhões de crianças com menos de cinco anos no mundo todosegundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). E não é só no exterior que esses índices são observados. Um estudo realizado pelo programa “Meu Pratinho Saudável”, parceria do Incor (Instituto do Coração) do Hospital das Clínicas da FMUSP com a LatinMed Editora em Saúde, aponta que 45% das crianças e adolescentes paulistanos estão com sobrepeso ou obesidade infantil.

Veja algumas orientações básicas para garantir a saúde dos seus filhos na infância e no futuro:

– Segundo a OMS, crianças devem consumir, no máximo, 2 g de sódio (o equivalente a 5 g de sal de cozinha, o conteúdo padrão daqueles sachês encontrados em restaurantes);

– A partir dos 2 anos de idade a criança já deve começar a fazer alguma atividade que movimente o corpo, como correr e brincar. Dos 5 anos aos 7, os pais já devem pensar em uma atividade física regular, como natação e futebol.

– Faça o teste do coraçãozinho. Oferecido pelo SUS, o teste deve ser realizado entre 24 e 48 horas após o nascimento, antes da mãe e do bebê terem alta. Leva menos de cinco minutos e consegue identificar problemas no coração antes do aparecimento de quaisquer sintomas.

– Em um primeiro momento, as dobrinhas de gordura nos bebês podem ser “bonitinhas” e parecer saudáveis. Entretanto, se elas não desaparecerem a partir dos cinco anos, o risco de se tornarem adultos obesos, hipertensos, com deficiências vitamínicas e problemas cardíacos aumenta em 40%. Ofereça alimentos saudáveis para o seu filho.

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CAFÉ PODE REDUZIR EM 15% RISCOS DE MORTES CARDÍACAS, DIZ ESTUDO

Aqueles que beberam de 3 a 5 copos de café reduziram em 15% o risco de morte

O cafezinho da tarde acaba de ganhar um novo significado. Além de manter muito apreciador acordado, a bebida também está associada a benefícios ao coração. Não, não estamos falando só de paixão. Diferentes estudos já relacionaram o café a efeitos protetores para o coração, e o mais recente, conduzido pela Escola de Saúde Pública de Harvard, nos EUA, associou a bebida à redução de riscos de mortes por doenças cardíacas, diabetes, problemas neurológicos e suicídio.

Durante 30 anos, os pesquisadores acompanharam mais de 200 mil médicos e enfermeiras. Periodicamente, os participantes eram submetidos a exames físicos e a questionários sobre dietas e hábitos, incluindo a rotina de beber café.

Comparando com não-fumantes e abstêmios, aqueles que beberam um copo de café diariamente reduziram em 6% o risco de morte. A porcentagem aumentou conforme a quantidade ingerida até o limite de 5 copos. Foi notada a redução de 8% naqueles que consumiram de um a 3 copos, de 15% nos que ingeriam de 3 a 5 copos e diminuição de 12% para os consumidores de mais de cinco copos. Em relação ao tipo de café, cafeinado ou descafeinado, não houve grande diferença no resultado.

Mas é preciso cautela: não é porque você toma café que está totalmente protegido. No estudo, por exemplo, a associação benéfica da bebida não foi evidente em fumantes, provavelmente porque a morte por causas relacionadas com o tabagismo supera o efeito positivo do consumo de café.

Além disso, a relação foi feita baseada em idade, IMC, nos fatores de saúde, tipo de dieta e, claro, após serem controlados os consumos de álcool.

Apesar dos resultados animadores, o autor principal , Dr. Ming Ding, ressalta: “Nosso estudo é observacional, por isso é difícil saber se o efeito positivo é causal ou não”. Os estudos observacionais caracterizam-se pela não-interferência dos pesquisadores nos indivíduos observados, diferente de ensaios clínicos, em que pode haver a administração de um determinado composto que se deseja estudar, por exemplo.

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Você sabia? Chocolate faz bem para a visão!

Lembra que, quando você ia comer doces e acabava comendo uma formiga junto, alguém da sua família te contava que formigas fazem bem aos olhos? Isso não passa de um mito baseado apenas no fato que tamanduás comem formigas – e ninguém nunca viu um usando óculos. No entanto, tem algo ainda melhor nesta história que faz, sim, bem para os olhos: chocolate!

 

Além de reduzir a pressão arterial e impactar os níveis de colesterol de forma positiva, o chocolate – mais especificamente, os chocolates dos tipos meio-amargo e amargo – contém substâncias que fazem com que você enxergue melhor em situações de baixo contraste, como o mau tempo ou à noite, quando contamos com menos iluminação.

 

Mais um motivo para se deliciar com este alimento tão gostoso, não é?

 

Mas é claro que, ainda assim, ele deve ser consumido em moderação. O recomendado é um tablete pequeno por dia.
Comer chocolate pode até fazer bem, mas se consultar com o seu oftalmologista é essencial.

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Óculos ou lentes: qual é a melhor opção?

É tudo uma questão de gosto. Ambos têm seu lado positivo e lado negativo – assim como situações em que é mais apropriado usar um ou o outro. Por isso, recomenda-se que a pessoa tenha sempre os dois por perto, para usar de acordo com sua necessidade.

 

Os óculos são extremamente práticos: não requerem muito esforço ao colocar e tirar e também não oferecem riscos aos olhos, por não tocá-los. Pelo mesmo motivo, não causam irritações ou coceiras neles. São ideais para quem só precisa de uma “mãozinha” na hora de ler ou dirigir, por sua facilidade.

 

Já as lentes liberam o rosto da armação – que pode ser inconveniente em grande parte das situações no dia-a-dia -, não machucam o nariz, não embaçam ou obstruem o campo de visão, podem ser usadas com óculos escuros e não escondem a maquiagem. Ou seja: são ideais para quem tem que usá-las o dia inteiro, não apenas para ações específicas.
A resposta da pergunta é, então: depende de você e da sua necessidade.

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Saiba mais sobre a conjuntivite primaveril

Poucos sabem, mas a conjuntivite primaveril, na verdade, pouco tem a ver com a doença que chamamos de conjuntivite normalmente. Ela nada mais é do que uma reação alérgica aos polens liberados pelas flores nesta época do ano e está especialmente presente na região sul do nosso país.

 

Por ser uma forma de alergia ao pólen, ela é mais presente entre os meses de setembro e dezembro – por isso o nome dado de conjuntivite primaveril – e pode acontecer todos os anos. Mas a boa notícia é que ela não é contagiosa!

 

Apesar desta alergia só atingir pessoas geneticamente predispostas a ela, há algumas coisas que você pode fazer para se prevenir ou amenizar os sintomas, como:

 

  • não deixar as janelas abertas à noite;
  • não participar de atividades relacionadas a jardinagem;
  • não andar de bicicleta ou moto sem alguma forma de proteção para os olhos;
  • usar óculos escuros na rua para evitar exposição.

Seus sintomas são coceira ocular intensa, secreção, vermelhidão e aflição à luz e seu tratamento é simples. Caso você se sinta afetado por esses sintomas nesta época tão característica, marque uma consulta conosco.

 

fonte:blogvisao

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Dicas para cuidar da visão durante a gravidez

Entre todas as mudanças físicas e emocionais que as mulheres experimentam durante a gravidez, existe uma parcela que precisa de uma atenção especial: as possíveis alterações na visão. Mas fique tranquila: a maioria dos distúrbios é temporária – costumam diminuir principalmente nos últimos três meses de gestação e voltam ao normal após o bebê nascer.

 

Separamos aqui seis sinais de atenção:

 

Olho seco – as alterações hormonais que acompanham o período podem reduzir a umidade dos olhos. Para contornar o problema e garantir o bem estar, aposte em colírios específicos ou lágrimas artificiais aconselhadas pelo obstetra.

 

Alteração de grau – outro reflexo das oscilações hormonais são possíveis mudanças refrativas, o que pode alterar a graduação dos óculos ou lentes de contato. Converse com seu oftalmologista sobre a possibilidade de só fazer correções após a gravidez.

 

Manchas pretas – esse é um detalhe que pede muita atenção, pois tanto a visão manchada quanto a percepção de pontos podem ser sinais de pressão alta durante a gravidez. Procure o seu médico e faça um acompanhamento para evitar consequências mais sérias, como o descolamento da retina. A visão manchada ainda pode ser indício de alto nível de açúcar no sangue, o que pode ser um sinal de diabetes gestacional. Por isso vale incluir também o acompanhamento contínuo com um oftalmologista durante o pré-natal.

 

Sensibilidade à luz – sintoma geralmente relacionado ás crises de enxaqueca, ele pode surgir com mais força também devido às mudanças hormonais. Caso seja necessário fazer uso de medicação, informe seu médico para garantir a dosagem e substância mais adequada para este momento.

 

Com esse cuidados simples você garante a tranquilidade e a sua saúde durante esse momento tão único.

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Excesso de oleosidade no rosto pode causar triquíase

Calor, alimentação inadequada e suor são fatores que potencializam a oleosidade da pele. Quando esse excesso beira os olhos e atinge a pálpebra, o risco de desenvolver triquíase é grande. “A triquíase é a alteração na direção dos cílios, que passam a entrar em contato com os olhos”, explica a oftalmologista Patricia Moitinho, especialista em pálpebras.

A triquíase é causada, muitas vezes, pelo aumento da camada oleosa sobre a pálpebra podendo levar à blefarite, a inflamação dessa região. A alteração incomoda bastante seu portador e pode agredir de forma definitiva a córnea se não for tratada adequadamente.

Um dos sintomas mais evidentes no quadro de triquíase é a sensação de areia nos olhos causada pelo atrito entre os cílios e a córnea e conjuntiva. A constância deste contato cílios/córnea pode favorecer o aparecimento de vermelhidões oculares, conjuntivites, ceratites (inflamações na córnea) que evoluem, em alguns casos, para um quadro de úlcera nessa região ocular.

Causas – Pessoas com tendência a apresentar pele oleosa, seborréia (caspa) podem desenvolver o quadro de blefarite com mais frequência, causando a granulação nas pálpebras e a inversão dos cílios. Há também casos de pessoas que sofreram traumas ou cortes nessa região e passaram a ter os cílios invertidos. Além disso, os tumores palpebrais também podem favorecer ao surgimento da triquíase. O diagnóstico é feito por meio de um exame de rotina com um oftalmologista.

Muitas vezes a triquíase é confundida com outra doença palpebral: o entrópio, por exemplo. “Esse caracteriza-se pela inversão da pálpebra e não somente dos cílios, mas pode causar os mesmos danos à córnea já que também há o atrito entre os pelos da pálpebra e a superfície ocular”, alerta a oftalmologista. Existe ainda o ectrópio, o oposto do entrópio, ou seja, no desalinhamento da pálpebra inferior, voltando-se para fora. Com isso há um fechamento irregular das pálpebras e a distribuição das lágrimas não acontece de forma eficaz. 
Pessoas em idade mais avançada apresentam com maior frequência tanto o entrópio quanto o ectrópio.

Epilação – O tratamento mais adequado para a triquíase é a epilação. “Trata-se da retirada dos cílios com cauterização do folículo piloso (raiz do pêlo) para evitar que nasça novamente”, explica Patrícia. Diante do incômodo gerado pelo atrito entre os cílios e a córnea, algumas pessoas passam a retirar os pêlos com pinças. “Isso é perigoso”, adverte. O hábito de retirar os cílios com a pinça faz os pelos crescerem mais grossos e causarem danos ainda mais expressivos à córnea.

Cuidados  Entre os cuidados que podem ajudar a evitar a oleosidade na região palpebral, amenizar os efeitos da blefarite e impedir o surgimento da triquíase estão:

- Manter as mãos limpas e unhas aparadas quando for fazer a limpeza da região ocular; 
– Evitar ingestão de alimentos gordurosos; 
– Fazer a limpeza frequente das pálpebras. Em caso de inflamação, aplicar compressas mornas sobre as pálpebras fechadas, durante 2 a 3 minutos, pelo menos duas vezes ao dia; 
– Em caso de inflamação nas pálpebras, não use maquiagem, pode agravar.

Fonte: Dr. Visão

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Conheça a real importância do teste do olhinho para os bebês

Os exames realizados durante os primeiros meses de vida do bebê são importantíssimos para determinar a saúde dele a curto e longo prazo. Este é o caso do famoso teste do olhinho, formalmente conhecido como teste do reflexo vermelho. Trata-se de um exame capaz de prevenir doenças oculares como catarata, glaucoma e inclusive casos de cegueira.

O teste do olhinho deve ser realizado durante os primeiros 30 dias de vida do bebê e pode ser feito por um pediatra qualificado para o exame. Trata-se de um teste rápido, que dura menos de um minuto: o médico usa um instrumento oftalmológico diante dos olhos da criança e emite uma luz: se o reflexo nos olhos dela ficar vermelho, significa que está tudo bem com a visão dela. Caso exista alguma alteração, o caso precisará ser avaliado por um oftalmologista.

Segundo números da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica, 50% dos casos de doenças oculares graves são descobertas quando os recém-nascidos já perderam parte da visão ou ficaram completamente cegos. A importância do teste do olhinho fica reforçada quando se considera a necessidade de se diagnosticar problemas oculares graves com antecedência.

fonte:portaldaoftalmologia

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